Em busca de inovação

InterCement fecha parcerias com universidades e centros de pesquisa no Brasil, Portugal e Argentina

Segunda, 30 de Setembro de 2013, às 12:25
Entre as instituições parceiras estão Poli-USP, UFSCar, IST de Lisboa e a IAE Business School, na Argentina Entre as instituições parceiras estão Poli-USP, UFSCar, IST de Lisboa e a IAE Business School, na Argentina

Em 2013 a InterCement vem investindo em parcerias e projetos visando melhorar sua eficiência e buscando soluções sustentáveis para sua cadeia de negócios. Em abril, a empresa passou a patrocinar um centro de pesquisa em construção sustentável na Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP).

O projeto de pesquisa, que foca na indústria da construção civil e conta com um investimento de R$ 5 milhões, desenvolve estudos pioneiros na área de concreto ecoeficiente, que tem baixo impacto ambiental, com redução significativa de emissão de dióxido de carbono (CO2) na atmosfera e consumo de energia.

Em Portugal, a empresa fez um acordo de cooperação científica e tecnológica com o Instituto Superior Técnico (IST) de Lisboa, para o desenvolvimento do Programa "Mais e Melhor – InterCement e IST para Inovação e Desenvolvimento Tecnológico". A iniciativa é resultado de uma antiga parceria com a Cimpor, que desenvolveu uma nova família de clínqueres (um produto intermediário na produção de cimento), capaz de reduzir cerca 25% das emissões de CO2 associadas ao processo de fabricação de concreto.

Outro investimento realizado pela cimenteira se deu no convênio assinado junto a IAE Business School, na Argentina, no qual a InterCement investiu US$ 100 mil para desenvolver um Centro de Pesquisa para Inovação e Estratégia dentro do campus da universidade. A empresa atuará na definição da agenda de atividades e pesquisas, concursos e workshops, entre outros.

Finalizando os investimentos do primeiro semestre, a InterCement mais uma vez reforçou sua atuação junto as instituições de ensino e está financiando, desde junho, uma pesquisa para redução das emissões de CO2 na indústria nacional do cimento com três centros de pesquisas de universidades federais.

O primeiro convênio, celebrado com a UFSCar (Universidade Federal de São Carlos) e UFSM (Universidade Federal de Santa Maria), estuda o sistema de biofixação de CO2 através do cultivo de cinobactérias e microalgas, capazes de reter o CO2 em seu processo de fotossíntese. A expectativa é que biofixação tenha um potencial de neutralização de 30% das emissões.

Já o segundo convênio, conduzido com a ESALQ (Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, da USP) e a UFC (Universidade Federal do Ceará), pretende destinar biomassa das algas para a aquicultura e alimentação de peixes e camarões. Para isso, a InterCement levou em conta a demanda crescente por alimentos na cadeia produtiva e estudos que apontam maior valor agregado na operação.