Mina do Brucutu - Crédito: Eduardo Simoes

2005

Em janeiro, é criada a Camargo Corrêa Suriname N.V., com sede em Paramaribo. É mais uma etapa do processo de internacionalização do grupo, que já atua, na área de Engenharia e Construção, desenvolvendo diversos projetos na América Latina. Exemplos: as ligações rodoviárias Chiclayo–Chongoyape e Matachico–Huancayo, no Peru; a Central Hidrelétrica Raul Leone-Guri, na Venezuela; a Rodovia Patacamaya–Tambo Quemado, na Bolívia; e a estação de tratamento de esgoto de San Fernando, em Medellín, na Colômbia.

Uma emissão de debêntures, realizada em 3 de fevereiro, garante à Camargo Corrêa Cimentos a captação de R$ 360 milhões. Os recursos serão utilizados para duplicar a empresa em um prazo de cinco anos.

A Usiminas Mecânica conclui, em 8 de março, a produção das estruturas metálicas da ponte rodoferroviária sobre o Rio Orinoco, na Venezuela.

Na maior transação de sua história, o grupo Camargo Corrêa adquire, em 19 de abril, o controle da Loma Negra, a principal produtora de cimento da Argentina. O negócio, no valor de US$ 1,025 bilhão, permite à Camargo Corrêa Cimentos duplicar a sua capacidade instalada muito antes do esperado: de cinco, passa a contar com 14 fábricas, e sua produção salta de 2,7 milhões para 5,7 milhões de toneladas ao ano.

O projeto de Identidade Corporativa tem início em 17 de agosto.

A mina de ferro de Brucutu, em São Gonçalo do Rio Abaixo (MG), é palco da maior operação de montagem eletromecânica da história da Camargo Corrêa. São mais de 39 mil toneladas de montagem e cerca de 1,4 milhão de metros de cabos elétricos instalados.